Nela constam seu grau de proficiência no grupo de 5 processos de gerenciamento de projetos pela qual a prova é dividida - Abaixo do Proficiente, Moderadamente Proficiente e Proficiente. Sei de casos onde a aprovação veio com a maioria das áreas com "Abaixo do Proficiente", não que isso desabone a pessoa. Mas o ponto é, além de servir de "coaching" uma vez que a pessoa em posse destas informações passa a ter uma referência do que precisa ser melhorado em sua competência em gerenciamento de projetos, esta análise de proficiência poderia ser divulgada no site do PMI. Questiono isso pois imaginem um processo seletivo onde candidatos estão "empatados", talvez isso fosse aproveitado como um bom critério de desempate (além é claro das competências de área de aplicação e os tão na moda "soft-skills").
Ou seria o exame algo como um vestibular, onde não importa quem passou em primeiro ou em último, o importante é passar?
Independente de qualquer coisa, acredito que o PMP dá um indício de que o profissional possui excelência em gerenciamento de projetos, mas não garante que este profissional realmente o seja. Quem é que não conhece aquele PMP que parece que rasgou ou esqueceu tudo que aprendeu logo após a prova e acaba insistindo nos mesmos erros? Não estou dizendo que o PMP não é importante, pois é e muito, mas quem é o PMP e como a certificação foi alcançada também são tão importantes quanto.
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