quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Estive sumido...

Olá,

Estive sumido por estes dias (e coloca dias nisso!).
Talvez por conta do projeto citado aqui anteriormente e pelos outros 4 que estavam sob a minha gestão.Enfim neste post quero citar uma passagem que eu ouvi em uma palestra do ótimo Paulo Sabbag (Doutor em Administração pela FGV-EAESP. Engenheiro e Mestre pela Escola Politécnica da USP. Certificado em 1998 pelo Project Management Institute como PMP. É presidente do Conselho de Orientação do Chapter Brasil, SP do Project Management Institute. Leciona no Departamento de Produção e Operações da EAESP/FGV desde 1988, dirigiu o GVpec - Programa de Educação Continuada de 1995 a 1999. Dirige a Sabbag Consultoria desde 1993.)
O tema era sobre as formas de se escolher um gerente de projetos para um projeto. Dentre as técnicas,vamos chamar assim, estavam conhecimento técnico, perfil adequado ao projeto e o último e mais temerário: A disponibilidade do GP.
Ou seja, ainda se escolhem GPs daquele "pool" que está sem projetos ou com projetos menores ou grandes projetos próximos do término.
Para alguns pode até não ser muito desafiador escolher um GP para um projeto. Mas pensemos, uma escolha mal feita pode "queimar " um bom GP em começo de carreira, sobrecarregar o excelente GP (E toda organização tem um deste - Solteiro, sem filhos e sem vida social, afinal de contas, este muitas vezes costuma ter mais de 1 projeto e todos de nível estratégico alto) e é claro, pode também levar um projeto ao fracasso.
Isto também me remete aos escritórios de projeto ou áreas de implantação que não incentivam a paridade de "skills" do time. Você tem de todos os gostos : Bons GPs, Médios, Regulares e até os péssimos.
Este acaba sendo um cenário péssimo para projetos, pois sobrecarrega, desmotiva e não oferece possibilidades de aprendizado muito amplas, enfim, o "turn-over' de empresas como está é elevadíssimo.
Então, pensem na escolha correta!

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